quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
Logo eu, a pessoa que não perde o sono por nada, que dorme pesado feito pedra, noite passada teve insônia. Já tinha escutado a respeito, já havia lido também, sobre pessoas que perdem o sono e não voltam a dormir por nada, e por ignorância, talvez, eu achava que inventavam isso. Noite passada senti algo que talvez eu nunca tivesse sentido, era uma mistura de ansiedade, angústia, tristeza e insônia; e eu não conseguia imaginar o porque, virava para todos os lados da cama, as posições eram horríveis, sentia calor e frio, o suor era gelado, a cabeça doía, rodava, o quarto parecia ter trocado de lugar com o liquidificador, o coração remexia e o estômago produzia um filme de guerra. Até o momento em que eu percebi que era você, as 7:00 a.m. recebi uma mensagem, o coração tremeu só de ler seu nome na tela do celular (o nome que já troquei por mil apelidos carinhosos, dentre eles, "idiota" e "bb"). Por um segundo imaginei talvez que pudesse ser um "eu te amo" meio embriagado de sono, ou de álcool do carnaval; mas era uma notícia bem ruim, e eu me senti tão mal, perdi meu chão só de imaginar que talvez você estivesse sozinho precisando de mim. Pensei em você o dia inteiro, em como eu queria estar do seu lado, em como eu queria te mostrar o tanto que eu te amo, em como eu queria me fazer presente pra você... Pensei que você quisesse meu abraço, meu beijo, meu carinho, meu apoio, pensei que você precisasse de mim. Resolvi me fazer presente, e embora você não precisasse tanto assim, eu estava lá, quis te ajudar a segurar seu mundo (enquanto o meu desabava, e eu nem ligava). Percebi que me importo mais com você, que comigo mesma, percebi que eu te amo, e que esse sentimento ainda é o mesmo desde a primeira vez que eu te vi, desde o primeiro dia que não aguentei parar de pensar em você. Percebi que esse amor não mudou, e infelizmente percebi que o seu não mudou também. Percebi que não sente o mesmo que eu, que nunca sentiu. Talvez Marília tenha razão, eu "me apaixonei pelo que eu inventei de você". E agora? *** pausa *** Por que você me faz chorar tanto? Por que eu não consigo entender? Por que eu te amo? De onde que eu tirei que te amar era real? E por que acreditei nesse amor, e ainda acredito? Por que você não sente o mesmo por mim? - Você é um enigma cara, você é difícil de entender e decifrar. Quando penso que to organizando, você aparece e bagunça toda minha vida. E quando eu desisto de organizar, você some, e eu sou obrigada a seguir sem você. E QUANDO EU FINALMENTE JÁ TO SEGUINDO, você ressurge e me faz sentir tudo de novo. Vou te pedir uma coisa, e te dar duas opções, ou você me deixa seguir o baile sem você, ou vem seguir comigo (e embora eu queira muito a segunda opção, saiba que se escolher a primeira, dessa vez é pra sempre).
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Mineira de nascimento, carioca de sangue e capixaba de coração ♥, 23 anos, escritora desde os 12, inconstante, imprevisível, cruzeirense apaixonada, esquecida e abandonada pelo amor, e talvez, cheia de sonhos. Como dizia o grande Renato Russo: "Nunca deixe que lhe digam que não vale á pena acreditar no sonho que se tem, ou que seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém."
Documentos, fotos e textos por Anna Luíza HS. Tecnologia do Blogger.

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